Por que? Em inglês, existe uma diferença entre floor, que é um piso no interior de um prédio, e ground, que fica ao ar livre. Neste caso, como a placa estava na calçada, tinha que ser Wet Ground. Agora você pode me perguntar: Existe placa "Wet Ground" nos Estados Unidos? Sinceramente nunca vi.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Cuidado com o piso
Enquanto caminhava no centro de Goiânia, me deparei com uma placa bilingüe na calçada ao lado de um conhecido restaurante especializado em caldos. Cuidado! Piso Molhado! - Careful! Wet Floor, rezava a placa. Neste caso, a tradução estava errada. Se a placa estivesse alguns metros daquele lugar, no entanto, estaria certa.
Por que? Em inglês, existe uma diferença entre floor, que é um piso no interior de um prédio, e ground, que fica ao ar livre. Neste caso, como a placa estava na calçada, tinha que ser Wet Ground. Agora você pode me perguntar: Existe placa "Wet Ground" nos Estados Unidos? Sinceramente nunca vi.
Por que? Em inglês, existe uma diferença entre floor, que é um piso no interior de um prédio, e ground, que fica ao ar livre. Neste caso, como a placa estava na calçada, tinha que ser Wet Ground. Agora você pode me perguntar: Existe placa "Wet Ground" nos Estados Unidos? Sinceramente nunca vi.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Enjoy vs. have a good time
Chegou o fim da semana e é hora de se divertir. Como se faz isso em inglês?
Curtir alguma coisa = enjoy
Enjoy é o equivalente de desfrutar ou curtir e exige um objeto. Eu curto música clássica. I enjoy classical music. Quando o objeto de enjoy é uma ação, toma a forma de verbo +ing, o gerúndio. Desse jeito, podemos ter o -ing de enjoying seguido por um gerúndio, também com -ing no final. Kaká está desfrutando de novo de jogar futebol. Kaká is enjoying playing soccer again.
Quem usa Facebook tem a opção de curtir (ou não) o que aparece no seu muro. A forma inglesa adotada em Facebook é like, ou gostar. Like é uma abreviação de I like this - Gosto disso. Mas o sr. Zuckerberg poderia ter escolhido enjoy e o efeito seria o mesmo. Para quem vive a maior parte do tempo fora do âmbito virtual, é meio estranho ler coisas do estilo "Please like this site" = por favor curta esse site. Soa um pouco como "me ame", algo que não adianta pedir. Mas obviamente nesse caso, like significa "Se gostou, divulgue para seus amigos."
Divertir-se = have fun, have a good time ou enjoy oneself
Quem está se divertindo está having fun ou então having a good time. Quando alguém vai embora para uma festa podemos falar Divirta-se! Have a good time! ou Have fun! Você se divertiu na festa? Me diverti muito. Did you have a good time at the party? I had a great/wonderful/marvelous time. Outra resposta seria I had a lot of fun. Acontece às vezes que a festa não foi lá essas coisas. Nessa situação a resposta seria I had an awful/ a terrible/a miserable/a horrible time. That party was no fun at all. I didn't have any fun.
É possível usar enjoy neste contexto também, mas com um objeto reflexivo. Ele se divertiu. He enjoyed himself. Ela se divertiu. She enjoyed herself. Mary e João se divertiram. Mary and John enjoyed themselves. Se eu quiser desejar que alguém curta uma festa, posso dizer "Enjoy yourself/yourselves!"
Erros comuns
Do que acabo de relatar, é evidente que alguma coisa está faltando em frases como *I enjoyed a lot", *I'm really enjoying" - um objeto. Mas se colocarmos um objeto, tudo está em ordem. Podemos dizer I enjoyed the party a lot, ou I enjoyed myself a lot. Para completar a outra frase, dá para dizer I'm really enjoying myself ou I'm really enjoying the party.
E agora, se você gostou da postagem, curta-a! If you enjoyed the post, like it!
Curtir alguma coisa = enjoy
Enjoy é o equivalente de desfrutar ou curtir e exige um objeto. Eu curto música clássica. I enjoy classical music. Quando o objeto de enjoy é uma ação, toma a forma de verbo +ing, o gerúndio. Desse jeito, podemos ter o -ing de enjoying seguido por um gerúndio, também com -ing no final. Kaká está desfrutando de novo de jogar futebol. Kaká is enjoying playing soccer again.
Quem usa Facebook tem a opção de curtir (ou não) o que aparece no seu muro. A forma inglesa adotada em Facebook é like, ou gostar. Like é uma abreviação de I like this - Gosto disso. Mas o sr. Zuckerberg poderia ter escolhido enjoy e o efeito seria o mesmo. Para quem vive a maior parte do tempo fora do âmbito virtual, é meio estranho ler coisas do estilo "Please like this site" = por favor curta esse site. Soa um pouco como "me ame", algo que não adianta pedir. Mas obviamente nesse caso, like significa "Se gostou, divulgue para seus amigos."
Divertir-se = have fun, have a good time ou enjoy oneself
Quem está se divertindo está having fun ou então having a good time. Quando alguém vai embora para uma festa podemos falar Divirta-se! Have a good time! ou Have fun! Você se divertiu na festa? Me diverti muito. Did you have a good time at the party? I had a great/wonderful/marvelous time. Outra resposta seria I had a lot of fun. Acontece às vezes que a festa não foi lá essas coisas. Nessa situação a resposta seria I had an awful/ a terrible/a miserable/a horrible time. That party was no fun at all. I didn't have any fun.
É possível usar enjoy neste contexto também, mas com um objeto reflexivo. Ele se divertiu. He enjoyed himself. Ela se divertiu. She enjoyed herself. Mary e João se divertiram. Mary and John enjoyed themselves. Se eu quiser desejar que alguém curta uma festa, posso dizer "Enjoy yourself/yourselves!"
Erros comuns
Do que acabo de relatar, é evidente que alguma coisa está faltando em frases como *I enjoyed a lot", *I'm really enjoying" - um objeto. Mas se colocarmos um objeto, tudo está em ordem. Podemos dizer I enjoyed the party a lot, ou I enjoyed myself a lot. Para completar a outra frase, dá para dizer I'm really enjoying myself ou I'm really enjoying the party.
E agora, se você gostou da postagem, curta-a! If you enjoyed the post, like it!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
It's isn't its
It's e its tem o mesmo som e são frequentemente confundidos, mas são bem diferentes.
Substantivo + 's = possessivo
O Bill tem um carro. O carro do Bill é Bill's car. John e Mary, por outro lado, tem uma casa. A casa de John e Mary é John and Mary's house. Esta construção com apóstrofo mais s funciona beleza para substantivos, mas não se aplica a pronomes.
Pronomes possessivos: my, your, his, her, its, our, their
Existe uma série de pronomes possessivos. Nenhum deles inclui um apóstrofo. Ele tem um carro. O carro é dele. The car is his ou It is his car. O cachorro tem a casa dele. The dog has its house. A firma dá alojamento gratuito aos seus funcionários. The firm gives its workers free housing.
It's = it is ou it has
Acabamos de ver que o possessivo its não tem apóstrofo, mas it's é muito usado. Trata-se de uma forma contraída que pode representar it has our it is. Quando é usada no present perfect com o particípio passado, it's = it has. Já choveu muito. It's (it has) rained a lot. Tem sido bem difícil para ele. It's (it has) been very hard for him. Quando regular, o particípio passado termina em -ed, mas há muitas formas irregulares como come/came/come, eat/ate/eaten, go-goes/went/gone, e muitas outras. Quando it's não é present perfect, equivale a it is. Está chovendo - It's (it is) raining. É difícil - It's (it is) difficult. É um gato - It's (it is) a cat. Está aqui. It's (it is) here. Está fechado. It's (it is) closed. Diga-se de passagem que não é obrigatório contrair it + has ou is. Não contrair soa um pouco formal e engomado na conversação, mas é bastante comum no inglês escrito.
Não é raro encontrar a confusão entre it's e its nos escritos de falantes nativos de inglês na internet. Pelo visto, muita gente matou a aula sobre essa matéria na escola. Até parece que its está entrando em desuso - mas não aqui no George's Blog!
Substantivo + 's = possessivo
O Bill tem um carro. O carro do Bill é Bill's car. John e Mary, por outro lado, tem uma casa. A casa de John e Mary é John and Mary's house. Esta construção com apóstrofo mais s funciona beleza para substantivos, mas não se aplica a pronomes.
Pronomes possessivos: my, your, his, her, its, our, their
Existe uma série de pronomes possessivos. Nenhum deles inclui um apóstrofo. Ele tem um carro. O carro é dele. The car is his ou It is his car. O cachorro tem a casa dele. The dog has its house. A firma dá alojamento gratuito aos seus funcionários. The firm gives its workers free housing.
It's = it is ou it has
Acabamos de ver que o possessivo its não tem apóstrofo, mas it's é muito usado. Trata-se de uma forma contraída que pode representar it has our it is. Quando é usada no present perfect com o particípio passado, it's = it has. Já choveu muito. It's (it has) rained a lot. Tem sido bem difícil para ele. It's (it has) been very hard for him. Quando regular, o particípio passado termina em -ed, mas há muitas formas irregulares como come/came/come, eat/ate/eaten, go-goes/went/gone, e muitas outras. Quando it's não é present perfect, equivale a it is. Está chovendo - It's (it is) raining. É difícil - It's (it is) difficult. É um gato - It's (it is) a cat. Está aqui. It's (it is) here. Está fechado. It's (it is) closed. Diga-se de passagem que não é obrigatório contrair it + has ou is. Não contrair soa um pouco formal e engomado na conversação, mas é bastante comum no inglês escrito.
Não é raro encontrar a confusão entre it's e its nos escritos de falantes nativos de inglês na internet. Pelo visto, muita gente matou a aula sobre essa matéria na escola. Até parece que its está entrando em desuso - mas não aqui no George's Blog!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
PBS News Hour: www.pbs.org/newshour
Um dos telejornais mais respeitados nos Estados Unidos é o PBS News Hour, uma produção da rede nacional de televisão pública PBS - the Public Broadcasting Service, que lembra a TV Cultura aqui no Brasil. PBS News Hour não tem interrupções comerciais e as reportagens são compridas, permitindo uma abordagem mais matizada de notícias que às vezes ganham pouco ou nenhum destaque nos telejornais das grandes redes de TV: CBS, NBC, ABC e Fox. News Hour evita os famigerados sound bites, ao pé da letra mordidas de som, pequenos extratos de entrevistas, discursos ou pronunciamentos que podem descaracterizar uma mensagem. O programa está no ar desde 1975 e conta com milhões de espectadores.
Cada reportagem vem acompanhada de uma transcrição, o que permite combinar a compreensão oral com a leitura. Nesse aspecto, o News Hour é parecido com o altamente recomendado telejornal alternativo http://www.democracynow.org/. Você pode assistir ou escutar o programa inteiro ou acessar reportagens individuais. Para ver como anda sua compreensão oral, escute o trecho, ou uma parte dele, sem a transcrição. Depois você pode inserir o endereço do site, www.pbs.org/newshour em lingro.com, que oferece uma tradução clicável de palavras novas. Depois disso, é útil ler e ouvir o texto ao mesmo tempo. Inglês não é uma língua fonética e as formas escrita e falada podem divergir muito. Finalmente, escute de novo sem ou texto para ver o tanto que sua compreensão melhorou. Isso é bem motivador! Evidentemente, você pode experimentar com essa ordem para ver o jeito mais proveitoso de usar o material ou para evitar cair na rotina.
Em resumo, este site pode melhorar seu inglês enquanto você fica bem informado - uma ótima combinação.
Cada reportagem vem acompanhada de uma transcrição, o que permite combinar a compreensão oral com a leitura. Nesse aspecto, o News Hour é parecido com o altamente recomendado telejornal alternativo http://www.democracynow.org/. Você pode assistir ou escutar o programa inteiro ou acessar reportagens individuais. Para ver como anda sua compreensão oral, escute o trecho, ou uma parte dele, sem a transcrição. Depois você pode inserir o endereço do site, www.pbs.org/newshour em lingro.com, que oferece uma tradução clicável de palavras novas. Depois disso, é útil ler e ouvir o texto ao mesmo tempo. Inglês não é uma língua fonética e as formas escrita e falada podem divergir muito. Finalmente, escute de novo sem ou texto para ver o tanto que sua compreensão melhorou. Isso é bem motivador! Evidentemente, você pode experimentar com essa ordem para ver o jeito mais proveitoso de usar o material ou para evitar cair na rotina.
Em resumo, este site pode melhorar seu inglês enquanto você fica bem informado - uma ótima combinação.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Will ou going to? Para um futuro melhor.
Will e going to se referem a um tempo futuro, mas existem importantes diferenças entre as duas expressões.
Going to - intenção ou resultado esperado
A gente constuma pronunciar going to como "gonna", sem o "t", mas sempre escrevemos "going to". Going to é bem parecido com ir + infinitivo em português. Pode indicar uma intenção ou um plano. Vou ao banco hoje à tarde. I'm going to go to the bank this afternoon. O seu plano agora é ir ao banco hoje à tarde. Going to também pode indicar o resultado de algum processo em andamento. O tempo está fechando e aquele vento de chuva já começou a soprar. Vai chover. It's going to rain. Ela vai dar à luz. She's going to have a baby. Você vai se arrepender. You're going to be sorry!
Quando going to é seguido de go, podemos tirar o go sem mudar o significado. I'm going to go to the bank = I'm going to the bank. I'm going to go swimming = I'm going swimming. Quando tiramos to go, going to volta a ser pronunciado como é escrito. I'm going to /gonna/ go swimming mas I'm going /going/ swimming.
Will
Como todo verbo auxiliar, will não constuma ser enfatizado numa afirmação. Se asimila ao pronome, e às vezes ao substantivo, que vem antes. I will go with you= I'll go with you; They will do it = They'll do it. Bem informalmente, John will go = John'll go. Claro, você pode enfatizar will para mostrar um contraste. A: John won't go. B: Yes, John WILL go, e neste caso, will leva a ênfase. Numa resposta curta sim ou não, will é acentuado e não se junta com o pronome anterior. Will you dance with me? Yes, I will. *Yes, I'll sozinho não dá. 'll tem que ser seguido de alguma coisa para não ser acentuado, Yes, I'll dance with you ou Yes, I'll be happy to, por exemplo.
Will no futuro
O futuro com -ei, -ás, -á, -emos e -ão é will + infinitivo. Will é usado para previsões: A China será a maior potência econômica do mundo em dez anos. China will be the world's greatest economic power in ten years. Will também aparece em cronogramas e horários fixos: O avião partirá para Teerão às 1425. The plan will leave for Tehran at 2:25 pm. A primeira etapa será entregue no dia 7 de junho. The first stage will be completed on June 7. Minha aula de inglês será às 8 da manhã. My English class will be at 8 in the morning. Quando uma cláusula que se refere ao futuro começa com if, when, after, before, entre outras expressões de tempo, a cláusula principal da frase precisa de will. Se você comer demais, você ficará doente. If you eat too much, you'll get sick. Ele trancará o portão quando sair de casa. He'll lock the gate when he leaves the house. Isso também pode soar como uma ameaça: Se você fizer isso, eu te mato. If you do that, I'll kill you.
Outros usos de will
Will é um verbo modal, como would, shall, should, can, could, may e might, e como eles, tem mil e uma utilidades. Frequentemente tem pouco ou nada a ver com o futuro. Podemos usar will para pedir. encomendar ou comprar alguma coisa: A: E para beber? B: Vou querer um Pepsi, por favor. A: And what will you have to drink? B: I'll have a Pepsi, please. A: O senhor gostou do rádio? B: Sim, vou levar. A: Did you like the radio? Yes, I'll take it. Pode ser usado num pedido para alguém fazer alguma coisa. É um pouco mais formal ou menos educado do que would. Faça o favor de desligar esse rádio. Will you please turn off that radio? Numa afirmação, will pode ser uma ordem. A: Vai ficar aqui até terminar a tarefa. B: Sim, senhor. A:You'll stay here until you finish the task. B:Yes, sir. Will também pode mostrar que alguém se prontifica a fazer alguma coisa: A:Quem quer lavar os pratos? B:Eu lavo. A:Who wants to wash the dishes? B: I will.
Comparação de going to e will
Podemos colocar will e going to nas mesmas frases, mas as conotações e os contextos são diferentes. Ela tem a tarde livre. O que ela vai fazer agora? What's she going to do now? Vai tirar uma soneca. She's going to take a nap (intenção). Aconteceu alguma coisa ruim. O que ela fará agora? What will she do now? Deixará o Brasil. She'll leave Brazil (previsão). Vou te ver amanhã ( é meu plano). I'm going to see you tomorrow. Te vejo amanhã (é minha previsão - afinal, sempre te vejo). I'll see you tomorrow! Você vai casar com ela. You're going to marry her. (Do jeito que a coisa anda, vejo o namoro terminando em casamento). Você casará com ela. You'll marry her (uma previsão sem evidência concreta, ou o casamento já está marcado, ou então é um comando, talvez do pai da moça). Tem hora que a diferença é pouca: China will be the world's greatest economic power in ten years (uma previsão da minha bola de cristal). China is going to be the world's greatest economic power in ten years (vejo o resultado das tendências atuais).
I'll see you next post!
Going to - intenção ou resultado esperado
A gente constuma pronunciar going to como "gonna", sem o "t", mas sempre escrevemos "going to". Going to é bem parecido com ir + infinitivo em português. Pode indicar uma intenção ou um plano. Vou ao banco hoje à tarde. I'm going to go to the bank this afternoon. O seu plano agora é ir ao banco hoje à tarde. Going to também pode indicar o resultado de algum processo em andamento. O tempo está fechando e aquele vento de chuva já começou a soprar. Vai chover. It's going to rain. Ela vai dar à luz. She's going to have a baby. Você vai se arrepender. You're going to be sorry!
Quando going to é seguido de go, podemos tirar o go sem mudar o significado. I'm going to go to the bank = I'm going to the bank. I'm going to go swimming = I'm going swimming. Quando tiramos to go, going to volta a ser pronunciado como é escrito. I'm going to /gonna/ go swimming mas I'm going /going/ swimming.
Will
Como todo verbo auxiliar, will não constuma ser enfatizado numa afirmação. Se asimila ao pronome, e às vezes ao substantivo, que vem antes. I will go with you= I'll go with you; They will do it = They'll do it. Bem informalmente, John will go = John'll go. Claro, você pode enfatizar will para mostrar um contraste. A: John won't go. B: Yes, John WILL go, e neste caso, will leva a ênfase. Numa resposta curta sim ou não, will é acentuado e não se junta com o pronome anterior. Will you dance with me? Yes, I will. *Yes, I'll sozinho não dá. 'll tem que ser seguido de alguma coisa para não ser acentuado, Yes, I'll dance with you ou Yes, I'll be happy to, por exemplo.
Will no futuro
O futuro com -ei, -ás, -á, -emos e -ão é will + infinitivo. Will é usado para previsões: A China será a maior potência econômica do mundo em dez anos. China will be the world's greatest economic power in ten years. Will também aparece em cronogramas e horários fixos: O avião partirá para Teerão às 1425. The plan will leave for Tehran at 2:25 pm. A primeira etapa será entregue no dia 7 de junho. The first stage will be completed on June 7. Minha aula de inglês será às 8 da manhã. My English class will be at 8 in the morning. Quando uma cláusula que se refere ao futuro começa com if, when, after, before, entre outras expressões de tempo, a cláusula principal da frase precisa de will. Se você comer demais, você ficará doente. If you eat too much, you'll get sick. Ele trancará o portão quando sair de casa. He'll lock the gate when he leaves the house. Isso também pode soar como uma ameaça: Se você fizer isso, eu te mato. If you do that, I'll kill you.
Outros usos de will
Will é um verbo modal, como would, shall, should, can, could, may e might, e como eles, tem mil e uma utilidades. Frequentemente tem pouco ou nada a ver com o futuro. Podemos usar will para pedir. encomendar ou comprar alguma coisa: A: E para beber? B: Vou querer um Pepsi, por favor. A: And what will you have to drink? B: I'll have a Pepsi, please. A: O senhor gostou do rádio? B: Sim, vou levar. A: Did you like the radio? Yes, I'll take it. Pode ser usado num pedido para alguém fazer alguma coisa. É um pouco mais formal ou menos educado do que would. Faça o favor de desligar esse rádio. Will you please turn off that radio? Numa afirmação, will pode ser uma ordem. A: Vai ficar aqui até terminar a tarefa. B: Sim, senhor. A:You'll stay here until you finish the task. B:Yes, sir. Will também pode mostrar que alguém se prontifica a fazer alguma coisa: A:Quem quer lavar os pratos? B:Eu lavo. A:Who wants to wash the dishes? B: I will.
Comparação de going to e will
Podemos colocar will e going to nas mesmas frases, mas as conotações e os contextos são diferentes. Ela tem a tarde livre. O que ela vai fazer agora? What's she going to do now? Vai tirar uma soneca. She's going to take a nap (intenção). Aconteceu alguma coisa ruim. O que ela fará agora? What will she do now? Deixará o Brasil. She'll leave Brazil (previsão). Vou te ver amanhã ( é meu plano). I'm going to see you tomorrow. Te vejo amanhã (é minha previsão - afinal, sempre te vejo). I'll see you tomorrow! Você vai casar com ela. You're going to marry her. (Do jeito que a coisa anda, vejo o namoro terminando em casamento). Você casará com ela. You'll marry her (uma previsão sem evidência concreta, ou o casamento já está marcado, ou então é um comando, talvez do pai da moça). Tem hora que a diferença é pouca: China will be the world's greatest economic power in ten years (uma previsão da minha bola de cristal). China is going to be the world's greatest economic power in ten years (vejo o resultado das tendências atuais).
I'll see you next post!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Sugestões para um dia de folga
Quem frequenta este blog sabe que estou convencido da importância da leitura no aprendizado rápido de uma língua estrangeira. Quem lê mais, lê melhor e mais depressa, tem um vocabulário maior, escreve melhor, fala melhor e se dá melhor em provas como o TOEFL ou Cambridge. O maior especialista na área de aprendizagem de línguas estrangeiras, Stephen Krashen, que o diga. Mas o Krashen argumenta que o que lemos tem que ser apaixonante: se não for, simplesmente não leremos.
http://www.sdkrashen.com/articles/The_Compelling_Input_Hypothesis.pdf
Agora, se pergunte: que tipo de leitura te apaixona? Especificamente, que tipo de jornal ou revista você não deixa de ler em português? Cada revista ou jornal das dez ou cinquenta mais em português tem sua congênere em inglês. O Brasil se industrializou substituindo importações. Por que não industrializar seu inglês substituindo português por inglês na medida do possível e agradável?
Eis algumas sugestões para um dia de folga. Para lidar com o vocabulário novo, ou passe seu cursor em cima da palavra desconhecida e o Google Tradutor te dá uma tradução que nem sempre faz muito sentido, ou tecle seu site ou URL no http://www.lingro.com/. Clicando em "learn" no menu, você pode rever os artigos lidos ou as frases onde as novas palavras apareceram. Lembre-se: no começo, provalvelmente vai se sentir sobrecarregado de palavras novas. Não importa. Vá clicando para frente e vai ver que logo você começa a dominar a linguagem da área que te interessa.
Para quem gosta de Veja
Time Magazine, fundada em 1923, é a primeira e a maior revista semanal de notícias do mundo. http://www.time.com/. Outras excelente opções são http://www.newsweek.com/ , US News and World Report http://www.usnews.com/ e The Economist http://www.economist.com/ da Inglaterra. Sites do mesmo estilo sem versão impressa são http://www.salon.com/ e http://www.slate.com/.
Para quem gosta do Estadão
Nos Estados Unidos, o equivalentes seriam The New York Times http://www.nytimes.com/ e The Washington Post http://www.washingtonpost.com/. Em Inglaterra, gosto de The Guardian http://www.guardian.co.uk/ e The Independent http://www.independent.co.uk/.
Para quem gosta de Caras
Quem quer saber da vida dos famosos e FFBF Famous for Being Famous (famosos por serem famosos como Paris Hilton e Kim Kardashian) pode acessar People Magazine http://www.people.com/ e Entertainment Weekly http://www.ew.com/.
Para quem gosta de Daqui
Alguns tablóides de mais ou menos o mesmo estilo são The New York Post http://www.nypost.com/, The Daily Mail http://www.dailymail.co.uk/, e The Sun http://www.thesun.co.uk/. Uma subvariedade é o supermarket tabloid (tabloide de supermercado). Você encontra esses tabloides logo antes do caixa e compra impulsivamente. As "noticias" parecem mentira e às vezes são. Um exemplo maravilhoso: Weekly World News http://www.weeklyworldnews.com/. Eles se caracterizam como the only reliable news - as únicas notícas confiáveis.
Para quem se apaixona por Valor Econômico
The Wall Street Journal, que dispensa comentários online.wsj.com. O Financial Times de Londres: http://www.ft.com/. Um site muito abrangente: http://www.bloomberg.com/
Para que adora Quatro Rodas
Motor Trend http://www.motortrend.com/.
Eu gostaria de saber o que você achou desse sites. Foram mesmo interessantes? Deu conta de ler usando Lingro? Precisa de mais dicas? Tem algum site que você queria recomendar? Conte nos Comments.
http://www.sdkrashen.com/articles/The_Compelling_Input_Hypothesis.pdf
Agora, se pergunte: que tipo de leitura te apaixona? Especificamente, que tipo de jornal ou revista você não deixa de ler em português? Cada revista ou jornal das dez ou cinquenta mais em português tem sua congênere em inglês. O Brasil se industrializou substituindo importações. Por que não industrializar seu inglês substituindo português por inglês na medida do possível e agradável?
Eis algumas sugestões para um dia de folga. Para lidar com o vocabulário novo, ou passe seu cursor em cima da palavra desconhecida e o Google Tradutor te dá uma tradução que nem sempre faz muito sentido, ou tecle seu site ou URL no http://www.lingro.com/. Clicando em "learn" no menu, você pode rever os artigos lidos ou as frases onde as novas palavras apareceram. Lembre-se: no começo, provalvelmente vai se sentir sobrecarregado de palavras novas. Não importa. Vá clicando para frente e vai ver que logo você começa a dominar a linguagem da área que te interessa.
Para quem gosta de Veja
Time Magazine, fundada em 1923, é a primeira e a maior revista semanal de notícias do mundo. http://www.time.com/. Outras excelente opções são http://www.newsweek.com/ , US News and World Report http://www.usnews.com/ e The Economist http://www.economist.com/ da Inglaterra. Sites do mesmo estilo sem versão impressa são http://www.salon.com/ e http://www.slate.com/.
Para quem gosta do Estadão
Nos Estados Unidos, o equivalentes seriam The New York Times http://www.nytimes.com/ e The Washington Post http://www.washingtonpost.com/. Em Inglaterra, gosto de The Guardian http://www.guardian.co.uk/ e The Independent http://www.independent.co.uk/.
Para quem gosta de Caras
Quem quer saber da vida dos famosos e FFBF Famous for Being Famous (famosos por serem famosos como Paris Hilton e Kim Kardashian) pode acessar People Magazine http://www.people.com/ e Entertainment Weekly http://www.ew.com/.
Para quem gosta de Daqui
Alguns tablóides de mais ou menos o mesmo estilo são The New York Post http://www.nypost.com/, The Daily Mail http://www.dailymail.co.uk/, e The Sun http://www.thesun.co.uk/. Uma subvariedade é o supermarket tabloid (tabloide de supermercado). Você encontra esses tabloides logo antes do caixa e compra impulsivamente. As "noticias" parecem mentira e às vezes são. Um exemplo maravilhoso: Weekly World News http://www.weeklyworldnews.com/. Eles se caracterizam como the only reliable news - as únicas notícas confiáveis.
Para quem se apaixona por Valor Econômico
The Wall Street Journal, que dispensa comentários online.wsj.com. O Financial Times de Londres: http://www.ft.com/. Um site muito abrangente: http://www.bloomberg.com/
Para que adora Quatro Rodas
Motor Trend http://www.motortrend.com/.
Eu gostaria de saber o que você achou desse sites. Foram mesmo interessantes? Deu conta de ler usando Lingro? Precisa de mais dicas? Tem algum site que você queria recomendar? Conte nos Comments.
Labels:
inglês - leitura.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
It's Halloween!!
Para uma versão desta postagem em português, clique aqui: http://georgeroberts.blogspot.com/2010/10/e-halloween.html.
Today is Halloween, a day (or rather an evening) f0r trick-or-treating, costumes and parties. It's lots of fun! It is not an official holiday, that is, we don't stay home from work or school, but it is still widely celebrated. The word Halloween derives from All Hallow's Eve, which is on the calendar of Catholic holy days. Een (originally e'en) is a shortened form of evening = even, which in this case refers to the day before a holiday. We also celebrate Christmas Eve and New Year's Eve, which is not called reveillon in English. Hallow is an obsolete word meaning "a saint". The word hallowed means sanctified, and appears at the beginning of the Lord's Prayer: "Our Father, Which art in Heaven, hallowed be Thy name". But the origin of Halloween predates Christianity. As Wikipedia explains,
On Halloween, children dress as monsters, witches, characters from popular culture and horror films and go door to door, offering those who open the door a choice: Trick or treat! The trick is the threat to do something bad if the homeowners don't give the children anything. Tricks of this kind are fairly rare, although it is not unheard of for kids to "decorate" the house of someone they don't like with toilet paper. The treat is something good to eat given by the person being visited. Supermarkets sell special bags of small chocolate bars for the occasion. Today, parents usually restrict their children's trick-or-treating to their friends' houses. The reason for this is sad. Over the past couple of decades, a few sadists have placed pieces of broken glass or razor blades inside the goodies to hurt children. On Halloween night, some hospitals offer the public the use of their x-ray machines to make sure there is nothing suspicious among the collected treats. It is interesting that the practice of trick-or-treating only got its name in the 1930s. When I was a kid, I imagined that this tradition had always existed, but the term was first attested in North America in 1927.
Another typical aspect of Halloween is jack o'lanterns, big carved-out pumpkins with a sinister expression and a candle inside. We used to put a jack o'lantern in the big front window of our house to create an appropriate ambience for our small visitors. " Jack" at one time meant man, and we still see this meaning of jack in the expression "jack of all trades, master of none" (in Portuguese, "pau para toda obra"), a worker who can do many things adequately, but nothing extremely well. Thus, during Halloween, the pumpkin is called "Jack of the Lantern" or the Lantern Man. This tradition originated in the practice of remembering lost souls in Purgatory with a candle lantern inside a turnip (These would have to be pretty big turnips!)
This celebration is spreading to countries that a few years ago were unacquainted with it. The Brazilian deputy Aldo Rebelo once proposed that Halloween be replaced by Saci Pererê Day, but his proposal fell on deaf ears. At least in English schools in Brazil, Halloween has been part of the calendar of events for many years.
So Happy Halloween!
Today is Halloween, a day (or rather an evening) f0r trick-or-treating, costumes and parties. It's lots of fun! It is not an official holiday, that is, we don't stay home from work or school, but it is still widely celebrated. The word Halloween derives from All Hallow's Eve, which is on the calendar of Catholic holy days. Een (originally e'en) is a shortened form of evening = even, which in this case refers to the day before a holiday. We also celebrate Christmas Eve and New Year's Eve, which is not called reveillon in English. Hallow is an obsolete word meaning "a saint". The word hallowed means sanctified, and appears at the beginning of the Lord's Prayer: "Our Father, Which art in Heaven, hallowed be Thy name". But the origin of Halloween predates Christianity. As Wikipedia explains,
The origin of Halloween goes back to the traditions of the peoples who inhabited Gaul and the British Isles between the years 600 BC and 800 AD, although it was markedly different from the current celebration. Originally, Halloween was not related to witches. It was a festival of the Irish Celtic calendar, the festival of Samhain, celebrated between October 30 and
November 2 which marked the end of summer (samhain literally means "late summer").
On Halloween, children dress as monsters, witches, characters from popular culture and horror films and go door to door, offering those who open the door a choice: Trick or treat! The trick is the threat to do something bad if the homeowners don't give the children anything. Tricks of this kind are fairly rare, although it is not unheard of for kids to "decorate" the house of someone they don't like with toilet paper. The treat is something good to eat given by the person being visited. Supermarkets sell special bags of small chocolate bars for the occasion. Today, parents usually restrict their children's trick-or-treating to their friends' houses. The reason for this is sad. Over the past couple of decades, a few sadists have placed pieces of broken glass or razor blades inside the goodies to hurt children. On Halloween night, some hospitals offer the public the use of their x-ray machines to make sure there is nothing suspicious among the collected treats. It is interesting that the practice of trick-or-treating only got its name in the 1930s. When I was a kid, I imagined that this tradition had always existed, but the term was first attested in North America in 1927.
Another typical aspect of Halloween is jack o'lanterns, big carved-out pumpkins with a sinister expression and a candle inside. We used to put a jack o'lantern in the big front window of our house to create an appropriate ambience for our small visitors. " Jack" at one time meant man, and we still see this meaning of jack in the expression "jack of all trades, master of none" (in Portuguese, "pau para toda obra"), a worker who can do many things adequately, but nothing extremely well. Thus, during Halloween, the pumpkin is called "Jack of the Lantern" or the Lantern Man. This tradition originated in the practice of remembering lost souls in Purgatory with a candle lantern inside a turnip (These would have to be pretty big turnips!)
This celebration is spreading to countries that a few years ago were unacquainted with it. The Brazilian deputy Aldo Rebelo once proposed that Halloween be replaced by Saci Pererê Day, but his proposal fell on deaf ears. At least in English schools in Brazil, Halloween has been part of the calendar of events for many years.
So Happy Halloween!
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